A imagem sem fim da contemporaneidade

  O panorama era um aparato no qual as pessoas olhavam, através de orifícios, imagens que eram projetadas em uma rotunda. Surgiu no final do Século 18 e, após seu advento, vários outros equipamentos se seguiram que tinham por função “iludir” os olhos (trompe-l’oeil) e exibir a fantasia das imagens. Na técnica do panorama, as... Continue lendo →

Lindanor Celina I – fotograma do Círio

Neste mês de outubro Lindanor Celina completaria seu centenário. Em 1983 ela publicaria Pranto por Dalcídio Jurandir: memórias, o livro que rememora sua amizade com o escritor que foi seu “Mito”. Em um trecho representativo dessa obra, ela une o Círio e a chegada de um grupo de escritores a Belém. Tem-se, em poucas linhas,... Continue lendo →

O indomável Don Giovanni

A primeira experiência arrebatadora ao se assistir à Don Giovanni é a exposição temática introduzida por Mozart que nos anuncia a vida romântica, intensa e trágica do conquistador. A sensação é de que entraremos em um mundo não apenas fantasioso, de máscaras e capas, mas em uma espiral que, incessante e inevitavelmente, empurra o destino e a... Continue lendo →

Metropolis, maquinaria, cidade

Com um crescente som orquestrado surge um nome: Metropolis. Ele se mistura com a imagem que vai aparecendo da cidade-Babel e, em seguida, várias engrenagens fundindo-se em imagens. O som é rápido, angustiante, temeroso, como se as máquinas estivessem a nos perseguir. Surge o relógio impiedosamente girando seu ponteiro, aparecem novamente as engrenagens e o apito... Continue lendo →

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